quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dicas de Viagem!


1. Que tipo de viagem você gosta?
Sabe qual o destino ideal para levar seus filhos? Aquele que você quer ir! Se você gosta de Paris, coloque seu filho em um carrinho e saia passeando pela beira do Sena, vai ser a melhor sensação do mundo. Se você prefere acampar, não perca tempo, esta deve ser sua próxima viagem. Não adianta ir para a praia se você preferia estar em um hotel fazenda, nem ir para Orlando, se você queria mesmo ir para Miami. Enquanto seus filhos são pequenos, você decide o destino.
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2. Aprenda a fazer malas pequenas e práticas
Se você gosta de viajar, vai ter que aprender a fazer malas pequenas e práticas. Quem viaja em família carrega muito itens: carrinhos, cadeirinhas para carro, malas de mão, brinquedinhos, casaquinhos e ainda precisa de mãos livres para cuidar das crianças, apresentar documentos e fazer check-in. Existem vários truques para fazer uma mala pequena, um deles é colocar tudo em cima da cama e depois tirar a metade, outro é pensar exatamente o que vai vestir a cada dia (repetindo roupas, é claro) e outro é imaginar que sua mala não chegou no destino e você precisa fazer compras super básicas para passar alguns dias. O que você compraria? É isto que você vai realmente precisar.
3. Família em trégua
A viagem deve ser um momento de lazer em família. O stress do dia a dia – dos prazos, engarrafamentos, confusão na hora das refeições – deve ficar em casa. Pais e filhos devem fazer um pacto de respeito e de paciência. Pode demorar um ou dois dias para que a família entre no novo ritmo, mas com certeza o resultado vai ser legal para todos.
4. Imprevistos acontecem
Em qualquer viagem podem acontecer imprevistos, seja ela longa ou curta, feita por uma agência de viagens ou toda pela internet. Pode chover, o hotel pode dar problema, o voo pode atrasar. Acontece. O importante é estar preparado e manter o bom humor. As crianças ficam alertas quando percebem que os pais estão nervosos. Nestes momentos, um adulto pode tentar resolver a situação enquanto outro distrai as crianças. Quando eles são maiores, aproveite para explicar o que está acontecendo para que eles entendam o momento de tensão.
5. Comer deve ser um programa legal
Em viagens sem crianças podemos pular o almoço e comer qualquer coisa. Com filhos é importante reservar mais tempo para as refeições. Nem sempre precisa ser em um restaurante, e não precisa ser caro. Leve lanchinhos, barrinhas de cereais, amêndoas, cenourinhas, compre um suco ou sorvete. Ou escolha um restaurante simpático e aproveite para conhecer a culinária local. Outra dica básica é começar fazendo um bom café da manhã, as crianças podem comer cereais, frutas, ovo, sanduíches, waffles, bolo. Basta lembrar que a fome atrapalha qualquer programa.
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6. Pressa de chegar
Acabamos nos acostumando a estar sempre correndo, sempre atrasados, sempre com pressa. Livre-se disto nas próximas férias. Crianças e bebês não entendem este conceito. Procure chegar com antecedência nos aeroportos, rodoviárias, estações de trem e mesmo no teatro ou evento que você vai assistir. Você vai ter muito mais tempo para conversar, interagir e se divertir com seus filhos se não estiver preocupado com seu atraso.
7. Posso comprar?
Durante as viagens acabamos comprando souvenirs, lembrancinhas e gastando dinheiro em refeições. É natural que os filhos entendam que podem comprar também. Estipule um budget para cada filho, explique que eles precisam fazer escolhas. É uma boa oportunidade para explicar um pouco sobre orçamento.
8. Programas para todos
A viagem tem que ser legal para todos, por isto acho super importante que cada um tenha seu momento na viagem. As crianças costumam pedir para brincar em qualquer playground que vejam na frente. Não dá para parar em todos, mas em algum momento é importante ceder e deixar que elas se divirtam no parquinhos, correndo atrás de pombas em uma praça ou brincando com água em uma fonte. Por outro lado, as crianças devem aprender a respeitar o momento dos adultos quando o programa for um museu ou compras.
9. Quanto antes melhor
A ideia de viajar com bebês assusta muitos pais que têm medo dos imprevistos e ficam ansiosos em enfrentar uma situação desconhecida. Mas começar cedo tem muitas vantagens, uma delas é econômica. Bebês até 2 anos viajam de graça, se estiverem no colo dos pais em grande parte das companhias aéreas e não pagam hospedagem. Outra vantagem quando eles são bem pequenos é que a alimentação pode ser bem simples, basta a mãe ou uma mamadeira. Outro aspecto é que viajar passa a fazer parte do cotidiano da criança.
10. A volta
O fim das férias pode ser traumático tanto para crianças quanto para adultos. Depois de dias onde a família passa o tempo todo junto se divertindo e, geralmente, até dormindo no mesmo quarto, chegou a hora de se separar. Pais e filhos voltam para uma rotina de se encontrar menos vezes por dia, de mais correria e das tarefas cotidianas. Algumas dicas são fazer um álbum com as fotos para reviver os momentos da viagem, tentar passar alguns dias juntos antes de voltar para a rotina e, se necessário, deixar os filhos dormindo juntos mais uma ou duas noites, para que a volta seja mais tranquila!
Aproveitem as dicas e divirtam-se!!!!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Temperos




Temperos em Casa um

luxo para todos!


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Por Lucia Freitas
A regra é clara: menos sal, Brasil. E a grande solução para fazer isso são os temperos. Do alecrim ao tomilho, do manjericão à ciboulette, que oferece finalização chiquérrima, eles estão aí para ajudar – e melhorar a saúde também, porque não?
Mas fazer uma horta em casa passa por alguns detalhes. Quem dá a dica é a blogueira e jornalista Carol Costa, que só fala de jardinagem e plantas. “Primeiro, é preciso conhecer as plantas. Depois, é preciso garantir no mínimo 4 horas de sol para as folhas todos os dias”, diz a especialista. Segundo ela, “plantas não negociam”, é preciso atender bem às necessidades delas para que a sua plantação dê certo.
Carol explica que muita gente acha que não tem jeito para manter a horta porque a maioria dos temperos são plantas anuais. “Há dois tipos, as anuais e as perenes. Anuais duram, em média, seis meses”, explica. E você achando que não tinha jeito com as plantas, não é? Plantas como cebolinha, salsinha, tomate e manjericão (anuais) duram cerca de duas estações (seis meses), segundo Carol.
Uma dica bacana: conhecer a planta. “Tomilho, lavanda e orégano são originários do Mediterrâneo. São espécies que precisam de solo pobre, pouca água, muito sol”, conta. E se você olhar com atenção, vai entender as plantinhas. Há aquelas, como a alface, de folhas suculentas, que pedem mais água. E as de folhas pequeninas ou espetadas, como o alecrim, que não gostam tanto de água.
A plantação explicada
Isso explicado, se sua casa ou apartamento tem condições favoráveis para a horta, mãos à obra. Você pode comprar mudinhas ou sementes, como quiser. Lembre que as mudas, principalmente das ervas anuais, vão durar menos que a semente.
Escolha um vaso de 30 cm de profundidade com furos de drenagem no fundo e monte assim: metade com material de drenagem, cubra esse material com a manta apropriada e coloque a terra já preparada. Preparar a terra? Sim, é preciso misturar uma porção de terra com 2 de composto orgânico (apenas um tipo) na quantidade certa para encher o vaso.
Aí vem a parte difícil, segundo a Carol: a profundidade para colocar as sementes. A medida é a altura da semente do jeito que cairia no chão… Para fazer uma horta, em geral basta polvilhar terra por cima, pouquinho mesmo, para o broto ter força suficiente de nascer.
A dica de ouro? Cubra com plástico filme furado e espere germinar. Quando o brotinho verde aparecer, o seu berçário estará encaminhado.
Num vaso de 30 cm, como indicamos, dá para plantar quase tudo. Só não vale se aventurar com tomate em apartamentos – é uma trepadeira e exige mais sol. Mas até morango funciona (e eles são lindos!). Outra planta para isolar: hortelã. A culpa é das raízes, que sufocam tudo o que estiver por perto. E organizar o vaso de acordo com o gosto por água da planta, assim facilita o trabalho da rega.
Horta é feita para comer
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Segundo Carol Costa, outro grande erro de quem tem hortaliças em casa é ter “dó de comer, porque está bonito”. “Oras, é feito para comer, então aproveite: quando está bonito é hora de colher”, diz. As sugestões?
Alecrim: é conhecido por fazer bem ao sistema circulatório e cardíaco. Na fitoterapia é usado para combater males dos rins, fígado e intestinos (inclusive gases). Tempero para carnes, risoto (substitui o sal), saladas, molhos…
Arruda: a plantinha é muito útil para afastar o gato do vizinho de seus canteiros.
Broto de alfafa: rica em vitaminas e sais minerais, a alfafa é revigorante. Cai bem em saladas ou como acompanhamento.
Cebolinha: da mesma família do alho e da cebola, tem propriedades bactericidas, além de ser rica em vitaminas C e A. Seu odor libera sucos digestivos (o que facilita a digestão). Use no fim dos preparos, como tempero.
Coentro: seus flavonoides são antioxidantes, além de também ser bactericida e fungicida.
Hortelã: ou menta tem duas variedades: hortelã pimenta e japonesa. Ambas são ricas em magnésio, cobre e vitamina C. Para quem não sabe, é um ótimo calmante natural, tempero refrescante e também ajuda a aliviar problemas respiratórios.
Manjericão: além do perfume, ele empresta à comida suas propriedades antioxidantes. Além de melhorar a digestão, diminui a formação de gases e alivia cólicas.
Orégano: Antioxidantes, cálcio e propriedades fungicidas fazem parte dos seus benefícios. Estimula o sistema imunológico e ajuda a digestão.
Tomilho: essa erva mediterrânea, além de digestiva, aromatiza carnes, molhos e saladas e ainda ajuda a fortalecer o sistema imune.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Organizando seu quintal!



Deixe seu quintal mais seguro! 

Evite entulhos no quintal
A arquiteta conta que, além dos itens mais comuns, como os pneus, garrafas plásticas e embalagens vazias, que acumulam água e podem ser criadouros do mosquito da dengue, é importante que o proprietário do imóvel não deixe na área externa da casa tijolos, telhas, ferros que podem atrair bichos e insetos como escorpiões e aranhas.
Ela ainda afirma que o ideal é evitar deixar coisas no chão, tanto para facilitar a limpeza quanto para criar um ambiente organizado. Para deixar seu quintal em ordem, você pode utilizar:
-Prateleiras metálicas;
-Estantes;
-Suportes;
-Caixas e cestas para organização de pequenos itens, como escovas, latas de tintas e equipamentos de jardinagem, como pás, tesouras, serras, serrotes etc.
Dicas de limpeza e organização
- Para organizar escadas e equipamentos maiores, podem ser fixados na alvenaria ganchos que suportem cargas mais pesadas.
- Para organizar a mangueira utilizada na manutenção do jardim, existem vários modelos de suportes plásticos e modelos mais modernos, com manivelas para facilitar no momento de enrolar a mangueira.
- Para quem gosta de trabalhos manuais, as ferramentas de marcenaria, carpintaria e outros serviços devem ser guardadas com cuidado, em local coberto. Mesmo porque, se as ferramentas ficarem expostas às intempéries, terão sua vida útil reduzida.
- Pallets podem ser utilizados como painéis para fixação dessas ferramentas ou, para quem gosta de um ar mais moderno, estão disponíveis no mercado vários modelos de painéis em chapa de aço galvanizado, com furos que recebem ganchos próprios para pendurar pequenos itens como pincéis, rolos e alicates.
Quintal com animais de estimação
Se o seu pet passa boa parte do dia no quintal, Ligia afirma que o local que ele dorme deve ser coberto e separado do local onde ele faz suas necessidades, afim de evitar uma doença ou infecção. “Deve ser separado também do espaço onde o proprietário guarda as ferramentas, a mangueira e os produtos de limpeza. Essa separação pode ser feita com o uso de portões metálicos, cercas ou alambrados”, explica a arquiteta.
No entanto, se o espaço for reduzido e essa separação não for possível, tudo o que não for de uso do animal deve ficar numa altura mínima de 50 cm do chão, ou até mais, dependendo do porte.”Para evitar que o bichinho se intoxique com produtos químicos, todos os armários devem ter portas para que ele não faça bagunça no momento em que você não estiver em casa”, aconselha a profissional.
O mesmo vale para quem tem crianças em casa. Todos os materiais de construção e produtos químicos, como os de limpeza de veículos ou de lubrificação de ferragens, devem ser guardados em lugares bem seguros, somente ao alcance de adultos.
Evite o acúmulo de sujeira
Lembre-se sempre de recolher as fezes do seu animal de estimação e lavar o xixi com frequência, para evitar o mosquito da Leishmaniose. “Restos de folhas em excesso também podem atrair pernilongos e outros insetos, além do fato de que material orgânico em excesso sobre as raízes das plantas pode atrapalhar o seu desenvolvimento”, diz Ligia.
flores e vasos
Consultoria 
Lígia Franco De Rosa, arquiteta da Doutor Resolve


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Divisória de gavetas





 Faça Você Mesma!



Este projeto de organizador de gaveta encontrei  no Design Sponge e é realmente muito fácil de fazer. Segue interpretação livre das instruções:
Material: uma caixa de papelão de boa qualidade, fita adesiva e papel para forrar  o fundo da gaveta e as divisórias
1º Passo :  Corte o papel  no tamanho adequado  para forrar a gaveta. Reserve algumas tiras  de largura e comprimento suficientes para encapar  a divisória depois de cortada. (Não aparece assim no 3º passo, mas não fica muito bom o papelão sem acabamento na gaveta).
2º Passo : Desmonte uma caixa de papelão e marque as medidas da largura e altura internas da gaveta. Recorte as tiras e faça os encaixes (no papelão da foto foram aproveitadas as ranhuras originais mas vai depender das divisões que você precisar)
3º Passo : Forre as tiras, prenda as partes nos encaixes e fixe no interior da gaveta. (Sugiro fita adesiva para manter no lugar)

E pronto! Uma solução de baixo custo e uma terapia.


Imagens
Design Sponge




segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Horta em Casa

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado


Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.
Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.
Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.
Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.
Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.
Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.
Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:
Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.
Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.
Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.
Imagem: SERPAR (Serviço de Parques de Lima, Peru)

Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.
As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.
A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.
Redação CicloVivo