quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Festas!!!!

BAR DE SUCESSO

O especialista Herbie, sócio das empresas Help Bar e Drink Design, dá as dicas para você não errar nos coquetéis da sua festa

jarra (Foto: Rogério Voltan)
1. Deixe os drinques pré-preparados em jarras. Na hora da festa, coloque guarnições (como fatias de limão, ramos de hortelã e alecrim, sementes de romã) próximas das jarras. Cada convidado complementa o drinque com o ingrediente que quiser.
2. Drinques simples têm uma base alcoólica, como vodca, saquê, espumante ou uísque, e um suco, como laranja, cranberry e caju.
3. Não faça coquetéis muito doces nem muito alcoólicos. Deixe que cada pessoa aumente a dose de açúcar ou álcool, se desejar.

4. Não se esqueça de deixar copos, balde de gelo, guardanapo e pinças na estação de bebidas.
5. Coloque refrigerantes, águas e outras bebidas em um balde ou tacho bonito, para que as pessoas possam se servir, sem ter de abrir a geladeira a toda hora.
6. O esquema de cada convidado preparar seu próprio coquetel pode ser divertido, se for uma festa de poucas pessoas, mas a probabilidade do bar self-service virar uma bela bagunça é grande. As jarras com drinques garantem que a estação de bebidas fique mais organizada.
7. Tenha um ajudante para repor as bebidas e deixar o lugar sempre em ordem.
8. Acima de 30 ou 40 convidados, chame um profissional para comandar o bar.
9. Se quiser fazer bonito, vale investir em aulas de coquetelaria. A Help Bar tem cursos de três horas de duração, com temas como drinques de festa, caipirinhas gourmet, martínis e drinques de cinema.
10. Importante: deixe telefones de empresas de táxi à vista dos convidados. Também é uma boa ideia avisar o ponto local que vai haver uma festa. Assim, os motoristas podem programar seus horários para atender à demanda.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Workshop Organizando Sua Casa Para as Festas!




Workshop e Dzapega


A Kaza em Ordem em parceria com a Casa3 Convidam a todos para um sábado cheio de informações para sua casa e e festas de final do ano e  logo em seguida o Bazar DZapega com produtos novos e seminovos a preços imbatíveis.....Não Percam!!!! 





Inscrições e maiores informações para o Workshop devem ser feitas por e-mail
Silvia_boldrini@hotmail.com

(11) 988153677 ou (11) 999562032
Silvia ou Karim



Naõ Percam!


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dicas de Viagem!


1. Que tipo de viagem você gosta?
Sabe qual o destino ideal para levar seus filhos? Aquele que você quer ir! Se você gosta de Paris, coloque seu filho em um carrinho e saia passeando pela beira do Sena, vai ser a melhor sensação do mundo. Se você prefere acampar, não perca tempo, esta deve ser sua próxima viagem. Não adianta ir para a praia se você preferia estar em um hotel fazenda, nem ir para Orlando, se você queria mesmo ir para Miami. Enquanto seus filhos são pequenos, você decide o destino.
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2. Aprenda a fazer malas pequenas e práticas
Se você gosta de viajar, vai ter que aprender a fazer malas pequenas e práticas. Quem viaja em família carrega muito itens: carrinhos, cadeirinhas para carro, malas de mão, brinquedinhos, casaquinhos e ainda precisa de mãos livres para cuidar das crianças, apresentar documentos e fazer check-in. Existem vários truques para fazer uma mala pequena, um deles é colocar tudo em cima da cama e depois tirar a metade, outro é pensar exatamente o que vai vestir a cada dia (repetindo roupas, é claro) e outro é imaginar que sua mala não chegou no destino e você precisa fazer compras super básicas para passar alguns dias. O que você compraria? É isto que você vai realmente precisar.
3. Família em trégua
A viagem deve ser um momento de lazer em família. O stress do dia a dia – dos prazos, engarrafamentos, confusão na hora das refeições – deve ficar em casa. Pais e filhos devem fazer um pacto de respeito e de paciência. Pode demorar um ou dois dias para que a família entre no novo ritmo, mas com certeza o resultado vai ser legal para todos.
4. Imprevistos acontecem
Em qualquer viagem podem acontecer imprevistos, seja ela longa ou curta, feita por uma agência de viagens ou toda pela internet. Pode chover, o hotel pode dar problema, o voo pode atrasar. Acontece. O importante é estar preparado e manter o bom humor. As crianças ficam alertas quando percebem que os pais estão nervosos. Nestes momentos, um adulto pode tentar resolver a situação enquanto outro distrai as crianças. Quando eles são maiores, aproveite para explicar o que está acontecendo para que eles entendam o momento de tensão.
5. Comer deve ser um programa legal
Em viagens sem crianças podemos pular o almoço e comer qualquer coisa. Com filhos é importante reservar mais tempo para as refeições. Nem sempre precisa ser em um restaurante, e não precisa ser caro. Leve lanchinhos, barrinhas de cereais, amêndoas, cenourinhas, compre um suco ou sorvete. Ou escolha um restaurante simpático e aproveite para conhecer a culinária local. Outra dica básica é começar fazendo um bom café da manhã, as crianças podem comer cereais, frutas, ovo, sanduíches, waffles, bolo. Basta lembrar que a fome atrapalha qualquer programa.
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6. Pressa de chegar
Acabamos nos acostumando a estar sempre correndo, sempre atrasados, sempre com pressa. Livre-se disto nas próximas férias. Crianças e bebês não entendem este conceito. Procure chegar com antecedência nos aeroportos, rodoviárias, estações de trem e mesmo no teatro ou evento que você vai assistir. Você vai ter muito mais tempo para conversar, interagir e se divertir com seus filhos se não estiver preocupado com seu atraso.
7. Posso comprar?
Durante as viagens acabamos comprando souvenirs, lembrancinhas e gastando dinheiro em refeições. É natural que os filhos entendam que podem comprar também. Estipule um budget para cada filho, explique que eles precisam fazer escolhas. É uma boa oportunidade para explicar um pouco sobre orçamento.
8. Programas para todos
A viagem tem que ser legal para todos, por isto acho super importante que cada um tenha seu momento na viagem. As crianças costumam pedir para brincar em qualquer playground que vejam na frente. Não dá para parar em todos, mas em algum momento é importante ceder e deixar que elas se divirtam no parquinhos, correndo atrás de pombas em uma praça ou brincando com água em uma fonte. Por outro lado, as crianças devem aprender a respeitar o momento dos adultos quando o programa for um museu ou compras.
9. Quanto antes melhor
A ideia de viajar com bebês assusta muitos pais que têm medo dos imprevistos e ficam ansiosos em enfrentar uma situação desconhecida. Mas começar cedo tem muitas vantagens, uma delas é econômica. Bebês até 2 anos viajam de graça, se estiverem no colo dos pais em grande parte das companhias aéreas e não pagam hospedagem. Outra vantagem quando eles são bem pequenos é que a alimentação pode ser bem simples, basta a mãe ou uma mamadeira. Outro aspecto é que viajar passa a fazer parte do cotidiano da criança.
10. A volta
O fim das férias pode ser traumático tanto para crianças quanto para adultos. Depois de dias onde a família passa o tempo todo junto se divertindo e, geralmente, até dormindo no mesmo quarto, chegou a hora de se separar. Pais e filhos voltam para uma rotina de se encontrar menos vezes por dia, de mais correria e das tarefas cotidianas. Algumas dicas são fazer um álbum com as fotos para reviver os momentos da viagem, tentar passar alguns dias juntos antes de voltar para a rotina e, se necessário, deixar os filhos dormindo juntos mais uma ou duas noites, para que a volta seja mais tranquila!
Aproveitem as dicas e divirtam-se!!!!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Temperos




Temperos em Casa um

luxo para todos!


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Por Lucia Freitas
A regra é clara: menos sal, Brasil. E a grande solução para fazer isso são os temperos. Do alecrim ao tomilho, do manjericão à ciboulette, que oferece finalização chiquérrima, eles estão aí para ajudar – e melhorar a saúde também, porque não?
Mas fazer uma horta em casa passa por alguns detalhes. Quem dá a dica é a blogueira e jornalista Carol Costa, que só fala de jardinagem e plantas. “Primeiro, é preciso conhecer as plantas. Depois, é preciso garantir no mínimo 4 horas de sol para as folhas todos os dias”, diz a especialista. Segundo ela, “plantas não negociam”, é preciso atender bem às necessidades delas para que a sua plantação dê certo.
Carol explica que muita gente acha que não tem jeito para manter a horta porque a maioria dos temperos são plantas anuais. “Há dois tipos, as anuais e as perenes. Anuais duram, em média, seis meses”, explica. E você achando que não tinha jeito com as plantas, não é? Plantas como cebolinha, salsinha, tomate e manjericão (anuais) duram cerca de duas estações (seis meses), segundo Carol.
Uma dica bacana: conhecer a planta. “Tomilho, lavanda e orégano são originários do Mediterrâneo. São espécies que precisam de solo pobre, pouca água, muito sol”, conta. E se você olhar com atenção, vai entender as plantinhas. Há aquelas, como a alface, de folhas suculentas, que pedem mais água. E as de folhas pequeninas ou espetadas, como o alecrim, que não gostam tanto de água.
A plantação explicada
Isso explicado, se sua casa ou apartamento tem condições favoráveis para a horta, mãos à obra. Você pode comprar mudinhas ou sementes, como quiser. Lembre que as mudas, principalmente das ervas anuais, vão durar menos que a semente.
Escolha um vaso de 30 cm de profundidade com furos de drenagem no fundo e monte assim: metade com material de drenagem, cubra esse material com a manta apropriada e coloque a terra já preparada. Preparar a terra? Sim, é preciso misturar uma porção de terra com 2 de composto orgânico (apenas um tipo) na quantidade certa para encher o vaso.
Aí vem a parte difícil, segundo a Carol: a profundidade para colocar as sementes. A medida é a altura da semente do jeito que cairia no chão… Para fazer uma horta, em geral basta polvilhar terra por cima, pouquinho mesmo, para o broto ter força suficiente de nascer.
A dica de ouro? Cubra com plástico filme furado e espere germinar. Quando o brotinho verde aparecer, o seu berçário estará encaminhado.
Num vaso de 30 cm, como indicamos, dá para plantar quase tudo. Só não vale se aventurar com tomate em apartamentos – é uma trepadeira e exige mais sol. Mas até morango funciona (e eles são lindos!). Outra planta para isolar: hortelã. A culpa é das raízes, que sufocam tudo o que estiver por perto. E organizar o vaso de acordo com o gosto por água da planta, assim facilita o trabalho da rega.
Horta é feita para comer
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Segundo Carol Costa, outro grande erro de quem tem hortaliças em casa é ter “dó de comer, porque está bonito”. “Oras, é feito para comer, então aproveite: quando está bonito é hora de colher”, diz. As sugestões?
Alecrim: é conhecido por fazer bem ao sistema circulatório e cardíaco. Na fitoterapia é usado para combater males dos rins, fígado e intestinos (inclusive gases). Tempero para carnes, risoto (substitui o sal), saladas, molhos…
Arruda: a plantinha é muito útil para afastar o gato do vizinho de seus canteiros.
Broto de alfafa: rica em vitaminas e sais minerais, a alfafa é revigorante. Cai bem em saladas ou como acompanhamento.
Cebolinha: da mesma família do alho e da cebola, tem propriedades bactericidas, além de ser rica em vitaminas C e A. Seu odor libera sucos digestivos (o que facilita a digestão). Use no fim dos preparos, como tempero.
Coentro: seus flavonoides são antioxidantes, além de também ser bactericida e fungicida.
Hortelã: ou menta tem duas variedades: hortelã pimenta e japonesa. Ambas são ricas em magnésio, cobre e vitamina C. Para quem não sabe, é um ótimo calmante natural, tempero refrescante e também ajuda a aliviar problemas respiratórios.
Manjericão: além do perfume, ele empresta à comida suas propriedades antioxidantes. Além de melhorar a digestão, diminui a formação de gases e alivia cólicas.
Orégano: Antioxidantes, cálcio e propriedades fungicidas fazem parte dos seus benefícios. Estimula o sistema imunológico e ajuda a digestão.
Tomilho: essa erva mediterrânea, além de digestiva, aromatiza carnes, molhos e saladas e ainda ajuda a fortalecer o sistema imune.